O corpo coberto por tatuagens religiosas exibe a força da fé de Felipe. Mas ele não faz questão de ser santo. Foi o que disse por duas vezes durante a entrevista coletiva de apresentação como jogador do Flamengo, na tarde desta quarta-feira. Aos 26 anos, o ex-corintiano, que estava no Braga, de Portugal, chega à Gávea para assumir a camisa 1, número que desde a prisão de Bruno não vinha sendo usado (Marcelo Lomba manteve o 29).
- A camisa 1 para goleiro é boa, não tem problema. Nos clubes em que joguei, sempre usei. Grandes goleiros do Flamengo usaram este número. Se o clube não tiver objeção, é o que pretendo usar – disse.
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